{"id":56,"date":"2015-02-07T18:37:50","date_gmt":"2015-02-07T18:37:50","guid":{"rendered":"http:\/\/www.pequod.com.br\/2015\/?p=56"},"modified":"2015-02-10T03:15:22","modified_gmt":"2015-02-10T03:15:22","slug":"peer-gynt","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.pequod.com.br\/2015\/peer-gynt\/","title":{"rendered":"Peer Gynt"},"content":{"rendered":"<p><strong><div class=\"jq-tabs tabs_wrapper tabs_\"><ul><li><a href=\"#tab-6a1431b607f06-1\">Sinopse<\/a><\/li><li><a href=\"#tab-6a1431b607f06-2\">Textos<\/a><\/li><li><a href=\"#tab-6a1431b607f06-3\">Cr\u00edticas<\/a><\/li><li><a href=\"#tab-6a1431b607f06-4\">Ficha t\u00e9cnica<\/a><\/li><li><a href=\"#tab-6a1431b607f06-5\">Condi\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas<\/a><\/li><\/ul><div id=\"tab-6a1431b607f06-1\"><\/strong><\/p>\n<p><strong>ESTREIA:<\/strong>\u00a0SETEMBRO\u00a0DE 2006<\/p>\n<p><strong>LOCAL:<\/strong>\u00a0TEATRO DE ARENA DO ESPA\u00c7O SESC, RIO DE JANEIRO<\/p>\n<p><strong>ELENCO ORIGINAL:<\/strong>\u00a0LILIANE XAVIER, MARIA REGO BARROS, MONA VILARDO, M\u00c1RCIO NASCIMENTO, M\u00c1RCIO NEWLANDS E MARIO PIRAGIBE<\/p>\n<p><strong>PR\u00caMIOS E INDICA\u00c7\u00d5ES:<\/strong><br \/>\nPR\u00caMIO SHELL DE TEATRO (MELHOR CENOGRAFIA, MELHOR DIRE\u00c7\u00c3O)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em 2006, ano do centen\u00e1rio da morte de Henrik Ibsen, a Cia. PeQuod se prop\u00f4s o desafio de encenar Peer Gynt, obra extremamente complexa do dramaturgo noruegu\u00eas. Para contar a epop\u00e9ia do anti-her\u00f3i Peer Gynt, uma esp\u00e9cie \u00a0de Macuna\u00edma noruegu\u00eas, a Cia. PeQuod p\u00f5e atores e bonecos em p\u00e9 de igualdade, num jogo c\u00eanico onde ambos se complementam de forma incomum. O cen\u00e1rio, embora funcione como uma coxia aparente, consistindo numa intrincada estrutura de fios, pesos, lastros, tecidos e escadas, \u00e9 pr\u00f3digo em surpresas, pois todos os elementos de cena \u2013 e mesmo alguns personagens \u2013 v\u00eam do teto. Aliados a tudo isso est\u00e3o uma luz rica em detalhes, um figurino diversificado, uma trilha sonora que alterna o cl\u00e1ssico e o contempor\u00e2neo, adere\u00e7os confeccionados com delicadeza e nenhuma obviedade. O espet\u00e1culo prova que os limites do teatro s\u00e3o redefinidos a cada dia. E lembra que Ibsen, ainda hoje, rima com inova\u00e7\u00e3o e atualidade.<\/p>\n<p><strong><\/div><div id=\"tab-6a1431b607f06-2\"><\/strong><\/p>\n<p><strong>No fundo negro do fiorde<\/strong><\/p>\n<p>Quando terminamos de montar Filme Noir em 2004, me perguntava qual seria o passo seguinte. Costumo dizer sempre que um novo espet\u00e1culo come\u00e7a na \u00faltima cena do espet\u00e1culo anterior. Ent\u00e3o assim foi. O namoro com a metalinguagem existente em Filme Noir era a deixa para a pr\u00f3xima aventura, sendo que o eixo mais interessante para uma nova pesquisa seria a variedade de rela\u00e7\u00f5es que podem ser estabelecidas entre um ator e um objeto animado. E \u00e9 nessa expans\u00e3o do que hoje entendemos com Teatro de Anima\u00e7\u00e3o que fundamentamos as linhas que percorrer\u00edamos nesta nova produ\u00e7\u00e3o da PeQuod.<\/p>\n<p>Henrik Ibsen era um nome cogitado tanto pela efem\u00e9ride dos cem de sua morte, completados em 2006, quanto por sua import\u00e2ncia dentro de um panorama de renova\u00e7\u00e3o c\u00eanica que o Teatro sofreu no final do s\u00e9culo XIX. E na nossa seara, renova\u00e7\u00e3o sempre \u00e9 um termo bem-vindo. Aproximar a dramaturgia ibseniana do nosso trabalho era, portanto, um excelente motivo para come\u00e7armos a criar um novo trabalho. Nosso navio adentrava um fiorde escuro e frio pronto para ser explorado.<\/p>\n<p>No fundo negro do fiorde eu j\u00e1 sabia da exist\u00eancia da obra extremamente sedutora que \u00e9 Peer Gynt. Na verdade, eu acredito que ela sempre esteve \u00e0 espera de uma montagem com bonecos. Muitos a consideram pouco c\u00eanica, dif\u00edcil de ser montada ou at\u00e9 mesmo feita para ser lida, n\u00e3o encenada. A estes, s\u00f3 tenho a dizer que justamente suas imbrica\u00e7\u00f5es, sua falta de linearidade e seu tom fant\u00e1stico cheio de personagens folcl\u00f3ricos, s\u00e3o os fatores que d\u00e3o a exata medida para uma encena\u00e7\u00e3o com bonecos. E com atores. Com atores e bonecos. E com a imensa gama de recursos que tanto a cena contempor\u00e2nea contempla quanto o pr\u00f3prio Teatro de Anima\u00e7\u00e3o nos permite. E aqui estamos n\u00f3s. Depois de in\u00fameras vers\u00f5es e possibilidades \u2013 algumas das quais ainda n\u00e3o temos como realizar, mas certamente ser\u00e3o retomadas em montagens futuras \u2013 nosso Peer Gynt vem \u00e0 cena para provar que os limites sobre um palco s\u00e3o t\u00eanues e refeitos a cada dia.<\/p>\n<p>Miguel Vellinho, texto do programa<br \/>\n<strong>A cena branca<\/strong><\/p>\n<p>Esta montagem de Peer Gynt tem como premissa uma s\u00e9rie de desafios t\u00e9cnicos e tem\u00e1ticos que levam nossa companhia a experimentar, pela primeira vez, alguns novos recursos e possibilidades. Abolimos certas regras que sempre hav\u00edamos seguido \u00e0 risca. Misturamos atores, bonecos e formas impondo-nos a obriga\u00e7\u00e3o de n\u00e3o perder a coer\u00eancia. Permitimo-nos arriscar como nunca fiz\u00e9ramos. E tudo isso fez de Peer Gynt um projeto intrincado, como se n\u00e3o bastassem a complexidade original do texto de Henrik Ibsen e a personalidade multifacetada do seu protagonista.<\/p>\n<p>Mas, a mais radical proposi\u00e7\u00e3o desta montagem talvez seja o fato de estabelecermos Peer Gynt numa arena. Isto nos fez abandonar os balc\u00f5es que normalmente servem de piso para os bonecos. Famosos por seus deslocamentos cinematogr\u00e1ficos sobre o palco, nossos balc\u00f5es deram lugar \u00e0s escadas de metal, material frio \u2013 como a Noruega &#8211; e ingrato para a manipula\u00e7\u00e3o, mas que conseguimos transformar nova forma m\u00f3vel e \u00e1gil de suporte.<br \/>\nOs sacos de lastro, elementos espec\u00edficos do ambiente teatral, tamb\u00e9m s\u00e3o outra novidade. Sua pluralidade permitiu que eles funcionassem como coxia, para a entrada dos bonecos, e tamb\u00e9m como cen\u00e1rios, adere\u00e7os e at\u00e9 mesmo personagens desta saga.<\/p>\n<p>Assim ficou estabelecida a nossa cena, o lugar onde a hist\u00f3ria se daria. No pr\u00f3prio palco. No pr\u00f3prio teatro. Com coxia \u00e0 mostra, revelando toda a engenharia que existe por tr\u00e1s de um efeito c\u00eanico. Nosso Peer Gynt parte, ent\u00e3o, da tens\u00e3o existente nas cordas que sustentam os sacos, numa verticalidade muitas vezes dif\u00edcil de ser explorada por vez em cena. Cada saco de lastro guarda um mist\u00e9rio dentro de si.<\/p>\n<p>Durante todo o processo de cria\u00e7\u00e3o, n\u00f3s nos pergunt\u00e1vamos \u201cQuem \u00e9 Peer Gynt?\u201d. A identidade do personagem foi questionada in\u00fameras vezes e posta em cheque. Como trabalhar esta quest\u00e3o? Com base nos muitos textos que lemos ao longo dos ensaios, desconfiamos que a identidade do protagonista seja esfacelada. Ou melhor, pluralizada. Nosso Peer Gynt adquiriu fei\u00e7\u00f5es contempor\u00e2neas, em que a sua identidade \u00e9 questionada a todo o momento. Vimos o personagem como uma tela em branco a ser pintada. Como uma grande cena vazia, pronta para receber os atores que possam interpret\u00e1-la. Uma vez mais.<\/p>\n<p>Agrade\u00e7o a todos os que acompanharam de perto esta explora\u00e7\u00e3o. \u00c0queles que j\u00e1 est\u00e3o juntos h\u00e1 algum tempo e \u00e0queles que chegaram agora. Sou imensamente grato por nossa for\u00e7a e uni\u00e3o.<\/p>\n<p>Miguel Vellinho, texto do programa<br \/>\n<strong>Ode ao malandro noruegu\u00eas<\/strong><\/p>\n<p>O reconhecimento internacional da obra do escritor Henrik Ibsen veio em primeiro lugar com o \u00eaxito da fase realista de sua dramaturgia, a partir de Os Pilares da Sociedade, em 1877, o que situou o autor como o maior inovador do teatro moderno. Dez anos antes, Ibsen publicara o poema Peer Gynt que, no contexto noruegu\u00eas viria a se tornar um s\u00edmbolo nacional, aqui no Brasil s\u00f3 compar\u00e1vel ao Macuna\u00edma de M\u00e1rio de Andrade. Como o \u201cher\u00f3i sem nenhum car\u00e1ter\u201d brasileiro, Peer Gynt era uma cr\u00edtica severa do esp\u00edrito da sociedade de seu tempo e, mesmo assim, tornou-se um ponto de identifica\u00e7\u00e3o positiva para a cultura norueguesa. Henrik Ibsen escreveu a obra no ex\u00edlio e o personagem Peer Gynt era a express\u00e3o de tudo o que incomodava o dramaturgo em sua p\u00e1tria: a mentira, o auto-engano, a irresponsabilidade e a ambig\u00fcidade \u00e9tica e moral, temas que nunca deixaram de ser alvo de sua pena afiada de Ibsen e que mant\u00eam a atualidade at\u00e9 hoje.<br \/>\nEm 1866, Ibsen tinha criado a pe\u00e7a Brand, com grande sucesso, cujo personagem \u00e9 de um radicalismo solit\u00e1rio que sacrifica tudo em nome dos ideais. Peer Gynt era o oposto de Brand, algu\u00e9m que nunca enfrenta a realidade, mas sempre d\u00e1 um jeitinho de fugir para o reino da fantasia, sem se preocupar com as conseq\u00fc\u00eancias que seus atos possam ter para as pessoas que ama. \u00c9 imposs\u00edvel, entretanto, n\u00e3o gostar de Peer, apesar de suas mentiras e inconseq\u00fc\u00eancias, porque ele representa a irresponsabilidade alegre de quem \u00e9 levado pelo impulso po\u00e9tico do prazer, mas nunca pelo cinismo calculista. Os sonhos e devaneios do Peer &#8211; filho de um fazendeiro outrora rico e respeitado que perde tudo e torna-se um alco\u00f3latra antes de deixar vi\u00fava sua mulher, Aase \u2013 s\u00e3o despertados pela preocupa\u00e7\u00e3o de \u201cconhecer-se a si pr\u00f3prio\u201d. Mas essa ambi\u00e7\u00e3o \u00e9 invi\u00e1vel no reino da raz\u00e3o. Peer consegue durante sua epop\u00e9ia, ser muitas coisas: pr\u00edncipe herdeiro dos trolls, traficante de armas, profeta, imperador de um hosp\u00edcio. Entretanto, quando volta a sua aldeia natal, ele perde de novo tudo e precisa enfrentar um enigm\u00e1tico fundidor de bot\u00f5es que pretende derreter sua alma, a menos que Peer consiga lhe mostrar quando e onde durante sua vida conseguiu ser \u201cele pr\u00f3prio\u201d. O final surpreendente mostra que era apenas no amor da mulher Solveig que Peer sempre foi o que \u00e9, um sedutor irresist\u00edvel na sua alegria voraz de vida.<br \/>\nO poema Peer Gynt s\u00f3 foi adaptado aos palcos dez anos depois, em 1876, e tornou-se a m\u00e1xima express\u00e3o dram\u00e1tica e musical da alma nacional norueguesa nessa estranha \u201cdial\u00e9tica da malandragem\u201d, como diria Ant\u00f4nio C\u00e2ndido, em que a exposi\u00e7\u00e3o crua dos defeitos e fraquezas acaba revelando com gra\u00e7a e ironia, o melhor do universo po\u00e9tico e folcl\u00f3rico da Noruega.<\/p>\n<p>Karl Erik Sch\u00f8llhammer, texto do programa<\/p>\n<p><strong><\/div><div id=\"tab-6a1431b607f06-3\"><\/strong><\/p>\n<p>Cr\u00edtica do espet\u00e1culo PEER GYNT<br \/>\nJORNAL O GLOBO<br \/>\nSegundo Caderno<br \/>\n25 e novembro de 2006.<\/p>\n<p><strong>Uma adapta\u00e7\u00e3o de Ibsen que diverte e emociona<\/strong><br \/>\nPeer Gynt: Cia PeQuod faz espet\u00e1culo de alta qualidade no S\u00e9rgio Porto<br \/>\npor B\u00e1rbara Heliodora<\/p>\n<p>\u201cPeer Gynt\u201d, o ir\u00f4nico \u00e9pico de Henrik Ibsen, raras vezes \u00e9 visto no teatro, dada a complexidade de sua encena\u00e7\u00e3o. A hist\u00f3ria do irrespons\u00e1vel e aventureiro noruegu\u00eas que vai prejudicando uns e outros pela vida, sem sequer se dar conta do que faz, \u00e9 ao mesmo tempo ris\u00edvel, dolorosa e po\u00e9tica. Nessa figura, na verdade, Ibsen procurar retratar os muitos defeitos da sociedade norueguesa daquela \u00e9poca, que ele denunciou e combateu por toda a vida. Pois foi esse complexo texto que a Companhia PeQuod escolheu para sua nova produ\u00e7\u00e3o, que encerra temporada hoje no Espa\u00e7o Cultural S\u00e9rgio Porto.<\/p>\n<p><strong>Cen\u00e1rio inclui uma fant\u00e1stica estrutura de pesos<\/strong><\/p>\n<p>Nesse \u201cPeer Gynt\u201d \u00e9 realmente not\u00e1vel o uso sem distin\u00e7\u00e3o de atores, bonecos e objetos, que resulta em uma perfeita harmonia c\u00eanica. Carlos Alberto Nunes criou um cen\u00e1rio branco, uma grande cortina que, franzida em determinados pontos, comp\u00f5e losangos suaves. Ele \u00e9 respons\u00e1vel tamb\u00e9m pelos adere\u00e7os, enquanto Kika de Medeiros criou os figurinos, igualmente brancos (a n\u00e3o ser por uma exce\u00e7\u00e3o) para os atores, coloridos para os bonecos. O segredo da harmonia, parece, est\u00e1 na manipula\u00e7\u00e3o dos bonecos pelos atores, que acaba por estabelecer uma igualdade \u00edntima entre uns e outros.<\/p>\n<p>Para atender \u00e0s muitas exig\u00eancias de \u201cPeer Gynt\u201d, o cen\u00e1rio inclui uma fant\u00e1stica estrutura, aparentemente de pesos, dos quais saem, magicamente, personagens, o mar e v\u00e1rios adere\u00e7os, sendo que os fios servem tamb\u00e9m para levantar atores e bonecos quando \u00e9 necess\u00e1rio. A luz de Renato Machado \u00e9 bonita e funcional, e a m\u00fasica\/trilha de Maur\u00edcio Dur\u00e3o colabora para criar o tom dos v\u00e1rios epis\u00f3dios \u2013 e s\u00f3 usa as Su\u00edtes Peer Gynt de Grieg na abertura e no fim.<\/p>\n<p>O texto de Ibsen, inevitavelmente, n\u00e3o \u00e9 apresentado na \u00edntegra, mas est\u00e1 bem cortado, e a dire\u00e7\u00e3o de Miguel Vellinho d\u00e1 a medida do constante trabalho com atores e bonecos que \u00e9 a assinatura do grupo: vozes, gestos e marcas de atores os deixam \u00e0 vontade tanto entre si quanto com os expressivos bonecos feitos pelo pr\u00f3prio grupo.<br \/>\nO elenco \u00e9 formado por L\u00edlian Xavier, Maria Rego Barros, Mona Villardo, Mario Piragibe, M\u00e1rcio Nascimento e Mardio Newlands, todos eles colaborando para a harmonia dos int\u00e9rpretes e ainda manipulando a complexa estrutura de elementos que sobem e descem para se transformar das formas mais inesperadas.<\/p>\n<p>\u201cPeer Gynt\u201d, na verdade, \u00e9 um espet\u00e1culo de alta qualidade, que diverte e emociona, revelando mais uma vez inventividade e amor no trabalho que a Cia. PeQuod faz.<\/p>\n<p><strong><\/div><div id=\"tab-6a1431b607f06-4\"><\/strong><\/p>\n<p><strong>Elenco:<\/strong> Liliane Xavier, Marise Nogueira, Mona Vilardo, Mario Piragibe, M\u00e1rcio Nascimento, M\u00e1rcio Newlands<br \/>\n<strong>Dire\u00e7\u00e3o:<\/strong> Miguel Vellinho<br \/>\n<strong>Assessoria te\u00f3rica:<\/strong> Karl Erik Sch\u00f8llhammer<br \/>\n<strong>Cen\u00e1rio e adere\u00e7os:<\/strong> Carlos Alberto Nunes<br \/>\n<strong>Figurinos de atores e bonecos:<\/strong> Kika de Medina<br \/>\n<strong>Ilumina\u00e7\u00e3o:<\/strong> Renato Machado<br \/>\n<strong>Trilha sonora:<\/strong> Maur\u00edcio Dur\u00e3o<br \/>\n<strong>Dire\u00e7\u00e3o de movimento:<\/strong> Claudia Radusewski<br \/>\n<strong>Consultoria de acrobacia a\u00e9rea:<\/strong> J\u00falia Diehl<br \/>\n<strong>Confec\u00e7\u00e3o dos bonecos:<\/strong> Maria R\u00eago Barros, Liliane Xavier, Fl\u00e1via Vitralli, M\u00e1rcio Newlands e Miguel Vellinho<br \/>\n<strong>Esculturas dos bonecos:<\/strong> Maria Rego Barros e Fl\u00e1via Vitralli<br \/>\n<strong>Fotografias:<\/strong> Simone Rodrigues<br \/>\n<strong>Assist\u00eancia de ilumina\u00e7\u00e3o:<\/strong> Gilberto de Oliveira<br \/>\n<strong>Maquin\u00e1rias:<\/strong> Antonio Domingos<br \/>\n<strong>Cenot\u00e9cnica:<\/strong> Ren\u00e9 M. Vis\u00e3o<br \/>\n<strong>Alfaiate:<\/strong> Macedo Leal<br \/>\n<strong>Costureiras:<\/strong> Berenice Dias e Tomatinho Gir\u00e3o<br \/>\n<strong>Realiza\u00e7\u00e3o:<\/strong> Cia PeQuod -Teatro de Anima\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p><strong><\/div><div id=\"tab-6a1431b607f06-5\"><\/strong><\/p>\n<p><strong>P\u00fablico-alvo:<\/strong> adulto.<br \/>\n<strong>Espa\u00e7o:<\/strong> A montagem necessita de um espa\u00e7o que seja vazio, sem plat\u00e9ia fixa.<br \/>\n<strong>Dimens\u00f5es m\u00ednimas do palco:<\/strong> Num espa\u00e7o vazio, as dimens\u00f5es necessitam chegar a aproximadamente 15 X 15 m.<br \/>\n<strong>Dura\u00e7\u00e3o do espet\u00e1culo:<\/strong> 1h e 40min<br \/>\n<strong>Tempo de montagem:<\/strong> Cerca de 12h.<br \/>\n<strong>Tempo de desmontagem:<\/strong> Cerca de 5h.<\/p>\n<p><strong>Necessidades T\u00e9cnicas \u2013 Pessoal e Equipamento<\/strong><\/p>\n<p><strong>Pessoal de apoio \u00e0 montagem:<\/strong> 02 eletricistas<br \/>\n<strong>Equipamento de luz:<\/strong> 21 Elipsoidais Telem OM, 21 Pc 1000w, 14 Par #2, 28 Par #5, 07 Par #1, 10 Fresn\u00e9is 1000w, 25 Peam Beans, 02 Pcs 500w, 07 Locolight.<br \/>\n<strong>Equipamento de som:<\/strong> amplificador, caixas, mesa com 24 canais e 02 aparelhos de CD que ser\u00e3o mixados durante o espet\u00e1culo. A pot\u00eancia do equipamento deve estar adequada \u00e0s caracter\u00edsticas do local da apresenta\u00e7\u00e3o.<br \/>\n<strong>Transporte do cen\u00e1rio:<\/strong> o cen\u00e1rio pode ser levado em um caminh\u00e3o-ba\u00fa pequeno, com cerca de 45 min de tempo para carga e descarga.<br \/>\n<strong>Equipe:<\/strong> 06 atores-manipuladores, 01 operador de luz, 01 operador de som, 01 cenot\u00e9cnico.<\/p>\n<p><strong><\/div><\/div><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p><a href=\"#tab-6a1431b60adc0-1\">Sinopse<\/a><a href=\"#tab-6a1431b60adc0-2\">Textos<\/a><a href=\"#tab-6a1431b60adc0-3\">Cr\u00edticas<\/a><a href=\"#tab-6a1431b60adc0-4\">Ficha t\u00e9cnica<\/a><a href=\"#tab-6a1431b60adc0-5\">Condi\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas<\/a><br \/>\nESTREIA:\u00a0SETEMBRO\u00a0DE 2006<br \/>\nLOCAL:\u00a0TEATRO DE ARENA DO ESPA\u00c7O SESC, RIO DE JANEIRO<br \/>\nELENCO ORIGINAL:\u00a0LILIANE XAVIER, MARIA REGO BARROS, MONA VILARDO, M\u00c1RCIO NASCIMENTO, M\u00c1RCIO NEWLANDS E MARIO PIRAGIBE<br \/>\nPR\u00caMIOS E INDICA\u00c7\u00d5ES:<br \/>\nPR\u00caMIO SHELL DE TEATRO (MELHOR CENOGRAFIA, MELHOR DIRE\u00c7\u00c3O)<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nEm 2006, ano do centen\u00e1rio da morte de Henrik Ibsen, a Cia. PeQuod se prop\u00f4s o desafio de encenar Peer Gynt, obra extremamente complexa do dramaturgo noruegu\u00eas. Para contar a epop\u00e9ia do anti-her\u00f3i Peer Gynt, uma esp\u00e9cie \u00a0de Macuna\u00edma noruegu\u00eas, a<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":156,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[7],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/www.pequod.com.br\/2015\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/56"}],"collection":[{"href":"http:\/\/www.pequod.com.br\/2015\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/www.pequod.com.br\/2015\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.pequod.com.br\/2015\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.pequod.com.br\/2015\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=56"}],"version-history":[{"count":6,"href":"http:\/\/www.pequod.com.br\/2015\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/56\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":198,"href":"http:\/\/www.pequod.com.br\/2015\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/56\/revisions\/198"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.pequod.com.br\/2015\/wp-json\/wp\/v2\/media\/156"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/www.pequod.com.br\/2015\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=56"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.pequod.com.br\/2015\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=56"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.pequod.com.br\/2015\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=56"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}