{"id":57,"date":"2015-02-07T18:38:48","date_gmt":"2015-02-07T18:38:48","guid":{"rendered":"http:\/\/www.pequod.com.br\/2015\/?p=57"},"modified":"2015-02-10T03:14:47","modified_gmt":"2015-02-10T03:14:47","slug":"marina","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.pequod.com.br\/2015\/marina\/","title":{"rendered":"Marina"},"content":{"rendered":"<p><strong><div class=\"jq-tabs tabs_wrapper tabs_\"><ul><li><a href=\"#tab-6a1431d121010-1\">Sinopse<\/a><\/li><li><a href=\"#tab-6a1431d121010-2\">Textos<\/a><\/li><li><a href=\"#tab-6a1431d121010-3\">Cr\u00edticas<\/a><\/li><li><a href=\"#tab-6a1431d121010-4\">Ficha t\u00e9cnica<\/a><\/li><li><a href=\"#tab-6a1431d121010-5\">Condi\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas<\/a><\/li><\/ul><div id=\"tab-6a1431d121010-1\"><\/strong><\/p>\n<p><strong>ESTREIA:<\/strong>\u00a0AGOSTO DE 2010<\/p>\n<p><strong>LOCAL:<\/strong>\u00a0TEATRO III DO CENTRO CULTURAL BANCO DO BRASIL, RIO DE JANEIRO<\/p>\n<p><strong>ELENCO ORIGINAL:<\/strong>\u00a0LILIANE XAVIER, MARIANA FAUSTO, MONA VILARDO, LEANDRO MUNIZ, M\u00c1RCIO NASCIMENTO E MIGUEL ARA\u00daJO<\/p>\n<p><strong>INDICA\u00c7\u00d5ES:<\/strong>\u00a0PR\u00caMIO SHELL DE TEATRO (CATEGORIA ESPECIAL)<br \/>\nPR\u00caMIO APTR DE TEATRO. MELHOR ILUMINA\u00c7\u00c3O (RENATO MACHADO) E CATEGORIA ESPECIAL (CIA PEQUOD)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Esta montagem nasce do cruzamento do conto A Sereiazinha, de Hans Christian Andersen com as can\u00e7\u00f5es praieiras de Dorival Caymmi. Assim, a PeQuod foi at\u00e9 o fundo do mar para trazer para os palcos toda a riqueza e beleza do ambiente submar\u00edtimo. Para isso, quatro grandes aqu\u00e1rios servem de cen\u00e1rio para bonecos que contracenam debaixo da \u00e1gua proporcionando uma din\u00e2mica e uma po\u00e9tica irreproduz\u00edvel em outro ambiente. A inspira\u00e7\u00e3o veio da tradicional manifesta\u00e7\u00e3o teatral das marionetes aqu\u00e1ticas do Vietn\u00e3. No entanto. Sob o olhar contempor\u00e2neo da PeQuod, a tradi\u00e7\u00e3o se funde \u00e0 mais alta tecnologia para dar conta da bela hist\u00f3ria de Andersen. Nesta vers\u00e3o para adultos, Marina, a protagonista da hist\u00f3ria, se revela descendente da mesma linhagem de hero\u00ednas das trag\u00e9dias cl\u00e1ssicas, mulheres que amargaram as consequ\u00eancias da decis\u00e3o de contrariar a lei, em nome de seus anseios.<\/p>\n<p><strong><\/div><div id=\"tab-6a1431d121010-2\"><\/strong><\/p>\n<p><strong>A \u00e1gua que nos move<\/strong><\/p>\n<blockquote><p>Sonha-se antes de contemplar. Antes de ser um espet\u00e1culo consciente, toda paisagem \u00e9 uma experi\u00eancia on\u00edrica. S\u00f3 olhamos com paix\u00e3o est\u00e9tica as paisagens que vimos antes em sonho.<\/p><\/blockquote>\n<p>Gaston Bachelard<br \/>\nAp\u00f3s dez anos de trabalhos ininterruptos e lidando com varia\u00e7\u00f5es da mesma t\u00e9cnica \u2013 a manipula\u00e7\u00e3o direta \u2013, \u00e9 natural que a Cia. PeQuod mergulhe, literalmente, em novas buscas, como forma de oxigena\u00e7\u00e3o e renova\u00e7\u00e3o do nosso of\u00edcio. Era preciso que nosso novo espet\u00e1culo fosse algo t\u00e3o forte visualmente e tecnicamente quanto nossas conquistas anteriores. Era preciso que houvesse um arrebatamento geral no grupo que comp\u00f5e a ficha t\u00e9cnica deste trabalho. Era preciso que fosse extremamente desafiador e que nos movesse.<\/p>\n<p>Em nossa montagem de O Velho da Horta, do portugu\u00eas Gil Vicente, em 2002, criamos uma situa\u00e7\u00e3o \u2013 n\u00e3o sugerida no texto original \u2013 em que o protagonista, ao final de dura derrocada, adentra o c\u00f3rrego que faz margem com a sua horta e ali recupera, como em uma reden\u00e7\u00e3o, a for\u00e7a para continuar acreditando na vida e no amor. Na verdade, tratava-se de um dispositivo c\u00eanico, uma piscina, que se assemelhava ao um lago. A beleza instaurada pelo uso de \u00e1gua nessa cena provocou-nos a vontade de ir al\u00e9m e de imergir nossos bonecos na \u00e1gua, para extrair dela uma po\u00e9tica c\u00eanica que nos permitisse novas possibilidades.<\/p>\n<p>Aliado a isso estava meu profundo maravilhamento com as marionetes aqu\u00e1ticas da companhia Thang Long Water Puppets Theatre, do Vietn\u00e3, a que tive o privil\u00e9gio de assistir em algum momento dos anos 90. O car\u00e1ter festivo dessa manifesta\u00e7\u00e3o art\u00edstica, embalada pela m\u00fasica de pontua\u00e7\u00e3o forte e ao vivo, compunha um espet\u00e1culo de rara beleza, em que a \u00e1gua era o elemento principal. A concretude desse elemento em cena ditava movimentos e din\u00e2micas \u00fanicos e irreprodut\u00edveis em qualquer outro ambiente. Seu congra\u00e7amento com a cenografia e a ilumina\u00e7\u00e3o me despertou a vontade de experimentar algo parecido. No entanto, diferentemente dos vietnamitas, que fazem surgir drag\u00f5es e bailarinas na superf\u00edcie da \u00e1gua, meu interesse estava na total submers\u00e3o.<\/p>\n<p>Alguns anos mais tarde, escolhida a hist\u00f3ria que conduziria essa provoca\u00e7\u00e3o: A Sereiazinha, popular conto de Hans Christian Andersen, aproximei-a das can\u00e7\u00f5es praieiras de Dorival Caymmi. Sobrepostas, a f\u00e1bula do escritor dinamarqu\u00eas e as m\u00fasicas do compositor baiano t\u00eam seu aspecto tr\u00e1gico real\u00e7ado. A personagem de Andersen se revela descendente da mesma linhagem de hero\u00ednas das trag\u00e9dias cl\u00e1ssicas, mulheres que amargaram as consequ\u00eancias da decis\u00e3o de contrariar a lei, em nome de seus anseios. E os doces versos de Caymmi se mostram inspirados n\u00e3o apenas nas del\u00edcias e belezas, mas tamb\u00e9m na tristeza do que \u00e9 irremedi\u00e1vel.<\/p>\n<p>Nosso trabalho tem se dado atrav\u00e9s de cruzamentos como esse. O Teatro de Anima\u00e7\u00e3o, em geral, \u00e9 assim. Ou pelo menos deveria ser. A interse\u00e7\u00e3o entre a imagina\u00e7\u00e3o sem limites de Andersen, o refinamento do cancioneiro de Caymmi e a est\u00e9tica que define e diferencia a Cia. PeQuod faz de Marina um projeto de car\u00e1ter \u00fanico e certamente in\u00e9dito no pa\u00eds.<\/p>\n<p>Nosso estudo, que se iniciou com a pesquisa dos movimentos de bonecos dentro da \u00e1gua, refletiu em outros \u00e2mbitos da produ\u00e7\u00e3o. Nossos processos de constru\u00e7\u00e3o dos bonecos tiveram que eliminar todo material que se deteriorasse com a a\u00e7\u00e3o da \u00e1gua. O alum\u00ednio entrou no lugar da madeira; o silicone, no lugar dos tecidos. O cen\u00e1rio agora pesa toneladas. A ilumina\u00e7\u00e3o leva em conta a refra\u00e7\u00e3o da luz na \u00e1gua.<\/p>\n<p>O desafio de \u201cafogar\u201d nossos bonecos foi adiado por anos, at\u00e9 que tiv\u00e9ssemos maturidade, condi\u00e7\u00f5es e estrutura para encar\u00e1-lo. A hora chegou, embalada por essas duas genialidades que s\u00e3o Andersen e Caymmi, que se cruzaram para nos inspirar de forma arrebatadora. Aqui est\u00e1 o melhor da PeQuod, com todas as surpresas que s\u00f3 ela pode oferecer. Bom espet\u00e1culo!<\/p>\n<p>Miguel Vellinho, texto para o programa do espet\u00e1culo<br \/>\n<strong>Sereias<\/strong><\/p>\n<p>Ao longo do tempo, as sereias mudam de forma. Seu primeiro historiador, o rapsodo do livro XII da Odiss\u00e9ia, n\u00e3o conta com o eram; para Ov\u00eddio, s\u00e3o aves de plumagem avermelhada e rosto de virgem; para Apol\u00f4nio de Rodes, da metade do corpo para cima s\u00e3o mulheres e da metade para baixo aves marinhas; para mestre Tirso de Molina (e para a her\u00e1ldica), \u201cmetade mulheres, metade peixes\u201d. N\u00e3o menos discut\u00edvel \u00e9 seu g\u00eanero; o dicion\u00e1rio cl\u00e1ssico de Lempri\u00e8re entende que s\u00e3o ninfas, o Quicheart que s\u00e3o monstros, e o de Grimal que s\u00e3o dem\u00f4nios. Moram numa ilha do poente, perto da ilha de Circe, mas o cad\u00e1ver de uma delas Part\u00eanope, foi encontrado na Camp\u00e2nia e deu seu nome \u00e0 famosa cidade que agora se chama N\u00e1poles, e o ge\u00f3grafo Estrab\u00e3o viu sua sepultura e assistiu aos jogos gin\u00e1sticos celebrados periodicamente para honrar sua mem\u00f3ria.<\/p>\n<p>A Odiss\u00e9ia conta que as sereias atra\u00edam os navegantes e os levavam \u00e0 ru\u00edna, e que Ulisses, para ouvir seu canto e n\u00e3o perecer, tapou os ouvidos dos remadores com cera e ordenou que o amarrassem ao mastro. Para tent\u00e1-lo, as sereias lhe ofereceram o conhecimento de todas as coisas do mundo.<\/p>\n<p>\u201cNingu\u00e9m at\u00e9 hoje passou por aqui em seu negro navio sem ter escutado de nossa boca a voz doce como o favo de mel e ter se deleitado com ela e ter prosseguido mais s\u00e1bio&#8230; Porque sabemos todas as coisas: quantos af\u00e3s padeceram argivos e troianos na vasta Tr\u00f3ia por determina\u00e7\u00e3o dos deuses, e sabemos tudo o que h\u00e1 de acontecer na terra fecunda.\u201d (Odiss\u00e9ia, XII)<br \/>\nUma tradi\u00e7\u00e3o recolhida pelo mit\u00f3logo Apolodoro em sua Biblioteca narra que Orfeu, a bordo da nave dos argonautas, cantou com mais do\u00e7ura que as sereias e que estas se jogaram no mar e se transformaram em rochedos, porque sua lei era morrer quando algu\u00e9m n\u00e3o fosse afetado por seu feiti\u00e7o.<br \/>\nA esfinge tamb\u00e9m se precipitou das alturas quando adivinharam seu enigma.<\/p>\n<p>No s\u00e9culo VI, uma sereia foi capturada e batizada no norte de Gales, e aparece como santa em certos almanaques antigos com nome de Murgen. Outra, em 1403, passou por uma brecha de um dique e viveu em Haarlem at\u00e9 o dia de sua morte. Ningu\u00e9m a compreendia, mas ensinaram-na a fiar e ela venerava a cruz por um instinto. Um cronista do s\u00e9culo XVI argumentou que ela n\u00e3o era peixe porque sabia fiar, e n\u00e3o era mulher porque podia viver na \u00e1gua.<\/p>\n<p>O idioma ingl\u00eas distingue a sereia cl\u00e1ssica (siren) das que t\u00eam cauda de peixe (mermaids). Na forma\u00e7\u00e3o desta \u00faltima imagem teriam influ\u00eddo por analogia doa trit\u00f5es, divindades do cortejo de Pos\u00eaidon. No livro x da Rep\u00fablica, oito sereias presidem \u00e0 revolu\u00e7\u00e3o dos oito c\u00e9us conc\u00eantricos.<\/p>\n<p>Sereia: hipot\u00e9tico animal marinho, lemos num dicion\u00e1rio brutal.<\/p>\n<p>Jorge Luis Borges, verbete de O livro do seres imagin\u00e1rios<\/p>\n<p><strong><\/div><div id=\"tab-6a1431d121010-3\"><\/strong><\/p>\n<p>Cr\u00edtica do espet\u00e1culo Marina<br \/>\nJORNAL DO BRASIL<br \/>\nCaderno B<br \/>\n19 de agosto de 2010.<\/p>\n<p><strong>Poesia debaixo d&#8217;\u00e1gua<\/strong><br \/>\nEspet\u00e1culo de bonecos junta Andersen e Caymmi<br \/>\npor Macksen Luiz<\/p>\n<p>O grupo de anima\u00e7\u00e3o de bonecos PeQuod, com mais de dez anos de funda\u00e7\u00e3o, mant\u00e9m repet\u00f3rio afinado com a experimenta\u00e7\u00e3o de v\u00e1rias linguagens do g\u00eanero. Utilizando t\u00e9cnicas diversas de manipula\u00e7\u00e3o, atores que dividdem com os bonecos a cena, e narrativas que procuram dramaturgia pr\u00f3pria, o coletivo tem demostrado permanente inquieta\u00e7\u00e3o e pesquisa. Do cinema, importou os tons sombrios em Filme Noir, de Ibsen, a transcri\u00e7\u00e3o de Peer Gynt, do Nordeste brasileiro, A chegada de Lampi\u00e3o ao inferno, e atualmente, no Teatro III do CCBB, Marina, uma adapta\u00e7\u00e3o de A sereiazinha, de Hans Christian Andersen, com m\u00fasicas de Dorival Caymmi.<\/p>\n<p>Desta vez, a novidade est\u00e1 nos bonecos que &#8220;atuam&#8221; na \u00e1gua, embalados pelas can\u00e7\u00f5es praieiras de Caymmi. Com cenograia que distribui em quatro aqu\u00e1rios e pequeno tanque os quadros que contam a hist\u00f3ria da sereia que se desfaz em espuma, o Pequod prop\u00f5e concep\u00e7\u00e3o de musical, com as letras das can\u00e7\u00f5es ilustrando a trama da pequena sereia. Com ilumina\u00e7\u00e3o que valoriza o cen\u00e1rio dos aqu\u00e1rios, e bonecos com elasticidade que os fazem parecer nadar, se percebe a qualidade da execu\u00e7\u00e3o de cada um deles, e o bom uso do material que permite criar a ilus\u00e3o de que flutuam. Na jun\u00e7\u00e3o de atores e bonecos e na concep\u00e7\u00e3o cenogr\u00e1fica atraente, criam-se enquadramentos em que os cortes visuais d\u00e3o uma dimens\u00e3o, ora reduzida, ora ampliada da cena.<\/p>\n<p>A dire\u00e7\u00e3o e dramaturgia de Miguel Vellinho, a cenografia de Carlos Alberto Nunes, a ilumina\u00e7\u00e3o de Renato Machado e os figurinos de Daniele Geammal comp\u00f5em comunicabilidade envolvente. Algumas imagens alcan\u00e7am um lirismo visual, como a que se segue ao pr\u00f3logo em total escurid\u00e3o em que belos barcos, delicadamente iluminados, sobrenadam em cena como flutuantes condutores de um imagin\u00e1rio po\u00e9tico.<\/p>\n<p><strong><\/div><div id=\"tab-6a1431d121010-4\"><\/strong><\/p>\n<p><strong>Elenco:<\/strong> Liliane Xavier, Mariana Fausto, Mona Vilardo,\u00a0Leandro Muniz, M\u00e1rcio Nascimento e Miguel Ara\u00fajo<br \/>\n<strong>Dire\u00e7\u00e3o e dramaturgia:<\/strong> Miguel Vellinho<br \/>\n<strong>Assessoria Te\u00f3rica:<\/strong> Karl Erik Schollhammer<br \/>\n<strong>Cenografia:<\/strong> Carlos Alberto Nunes<br \/>\n<strong>Ilumina\u00e7\u00e3o:<\/strong> Renato Machado<br \/>\n<strong>Figurinos:<\/strong> Daniele Geammal<br \/>\n<strong>Dire\u00e7\u00e3o Musical:<\/strong> Fabiano Krieger<br \/>\n<strong>Prepara\u00e7\u00e3o vocal:<\/strong> Doriana Mendes<br \/>\n<strong>Fotografia:<\/strong> Simone Rodrigues<br \/>\n<strong>Design gr\u00e1fico:<\/strong> Roberta de Freitas<br \/>\n<strong>Produ\u00e7\u00e3o musical:<\/strong> Eduardo Manso, Estev\u00e3o Cas\u00e9 e Fabiano Krieger<br \/>\n<strong>Projeto de sonoriza\u00e7\u00e3o:<\/strong> Andr\u00e9a Zeni<br \/>\n<strong>Microfonista:<\/strong> Marcos Nicolaiewsky<br \/>\n<strong>Assistente de figurino:<\/strong> Renata Cortes<br \/>\n<strong>Costureira:<\/strong> F\u00e1tima Ara\u00fajo<br \/>\n<strong>Escultura dos bonecos:<\/strong> Bruno Dantas<br \/>\n<strong>Confec\u00e7\u00e3o dos bonecos:<\/strong> Carlos Alberto Nunes, Dolores Marques, Gabriela Christ, Marcos Nicolaiewsky, Michel Sousa, Miguel Vellinho, M\u00f4nica Souza e Fernanda Thurner<br \/>\n<strong>Estagi\u00e1rios PeQuod:<\/strong> Giulia Caminha, Alberto Naar, Marcos Nicolaiewsky, Miguel Ara\u00fajo, e M\u00f4nica Souza<br \/>\n<strong>Realiza\u00e7\u00e3o:<\/strong> Cia PeQuod -Teatro de Anima\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p><strong><\/div><div id=\"tab-6a1431d121010-5\"><\/strong><\/p>\n<p><strong>P\u00fablico-alvo:<\/strong> A partir dos 14 at\u00e9 adultos.<br \/>\n<strong>Espa\u00e7o:<\/strong> Teatros tradicionais. A rela\u00e7\u00e3o com a plat\u00e9ia deve ser sempre, frontal.<br \/>\n<strong>Dimens\u00f5es m\u00ednimas do palco:<\/strong> 8m de boca-de-cena, 11m de profundidade e 4,5m de altura.<br \/>\n<strong>Dura\u00e7\u00e3o do espet\u00e1culo:<\/strong> Ato \u00fanico com cerca de 70 min.<br \/>\n<strong>Tempo de montagem:<\/strong> Cerca de 14h.<br \/>\n<strong>Tempo de desmontagem:<\/strong> Cerca de 10h. (4 horas para esvaziar os aqu\u00e1rios sem poder desmontar a base da cenografia e nem a ilumina\u00e7\u00e3o sobre o cen\u00e1rio)<\/p>\n<p><strong>Necessidades T\u00e9cnicas \u2013 Pessoal e Equipamento<\/strong><\/p>\n<p><strong>Pessoal de apoio \u00e0 montagem:<\/strong> 02 montadores de luz e 02 cenot\u00e9cnicos; 4 carregadores (os carregadores dever\u00e3o estar capacitados a lidar com materiais delicados como aqu\u00e1rios (cada um pesa 200 kg sem \u00e1gua))<\/p>\n<p><strong>Equipamento de luz:<\/strong> 7 Elipsoidais ARE; 6 Elipsoidais ETC 36o.;4 Elipsoidais ETC 50o.; 12 Fres-n\u00e9is 1000w; 8 Fres-n\u00e9is 650w ADB; 11 Locolights; 8 Pin Beams; 14 PCs 1000w; 32 Par #5; 10 Par #5 (220v); 20 Par #2 (10 220v); 2 Par #1 e sistema com 72 canais.<br \/>\nEquipamento de som: amplificador, caixas, mesa com 24 canais e 02 aparelhos de CD que ser\u00e3o mixados durante o espet\u00e1culo. A pot\u00eancia do equipamento deve estar adequada \u00e0s caracter\u00edsticas do local da apresenta\u00e7\u00e3o. O espet\u00e1culo utiliza 7 microfones sem fio que pertencem e acompanham a PeQuod.<\/p>\n<p><strong>Transporte do cen\u00e1rio:<\/strong> o cen\u00e1rio pode ser levado em um caminh\u00e3o-ba\u00fa de 7m, com cerca de 3h de tempo para carga e 2 h para descarga. O tempo de carga e descarga pode variar em fun\u00e7\u00e3o da quantidade de carregadores.<\/p>\n<p>Elenco: 06 atores-manipuladores, 01 operador de luz, 01 operador de som, 01 cenot\u00e9cnico respons\u00e1vel pela montagem do cen\u00e1rio; 01 contrarregra\/microfonista.<\/p>\n<p><strong>Observa\u00e7\u00e3o importante:<\/strong> O espa\u00e7o de apresenta\u00e7\u00e3o precisa ser adequado ao peso geral do cen\u00e1rio que \u00e9 de aproximadamente de quatro toneladas, sendo que na parte onde se localizam os aqu\u00e1rios o piso dever\u00e1 suportar no m\u00ednimo 300kg por metro quadrado. Assim solicita-se \u00e0 produ\u00e7\u00e3o local um laudo t\u00e9cnico de um engenheiro calculista com emiss\u00e3o de ART (Anota\u00e7\u00e3o de Responsabilidade T\u00e9cnica) para aprovar a montagem do cen\u00e1rio. Ser\u00e1 necess\u00e1rio tamb\u00e9m f\u00e1cil acesso ao sistema hidr\u00e1ulico local para encher e esvaziar os aqu\u00e1rios.<\/p>\n<p><strong><\/div><\/div><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p><a href=\"#tab-6a1431d1256e9-1\">Sinopse<\/a><a href=\"#tab-6a1431d1256e9-2\">Textos<\/a><a href=\"#tab-6a1431d1256e9-3\">Cr\u00edticas<\/a><a href=\"#tab-6a1431d1256e9-4\">Ficha t\u00e9cnica<\/a><a href=\"#tab-6a1431d1256e9-5\">Condi\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas<\/a><br \/>\nESTREIA:\u00a0AGOSTO DE 2010<br \/>\nLOCAL:\u00a0TEATRO III DO CENTRO CULTURAL BANCO DO BRASIL, RIO DE JANEIRO<br \/>\nELENCO ORIGINAL:\u00a0LILIANE XAVIER, MARIANA FAUSTO, MONA VILARDO, LEANDRO MUNIZ, M\u00c1RCIO NASCIMENTO E MIGUEL ARA\u00daJO<br \/>\nINDICA\u00c7\u00d5ES:\u00a0PR\u00caMIO SHELL DE TEATRO (CATEGORIA ESPECIAL)<br \/>\nPR\u00caMIO APTR DE TEATRO. MELHOR ILUMINA\u00c7\u00c3O (RENATO MACHADO) E CATEGORIA ESPECIAL (CIA PEQUOD)<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nEsta montagem nasce do cruzamento do conto A Sereiazinha, de Hans Christian Andersen com as can\u00e7\u00f5es praieiras de Dorival Caymmi. 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