{"id":58,"date":"2015-02-07T18:38:06","date_gmt":"2015-02-07T18:38:06","guid":{"rendered":"http:\/\/www.pequod.com.br\/2015\/?p=58"},"modified":"2015-02-10T03:15:06","modified_gmt":"2015-02-10T03:15:06","slug":"o-velho-da-horta","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.pequod.com.br\/2015\/o-velho-da-horta\/","title":{"rendered":"O velho da horta"},"content":{"rendered":"<p><strong><div class=\"jq-tabs tabs_wrapper tabs_\"><ul><li><a href=\"#tab-6a1431b6773a1-1\">Sinopse<\/a><\/li><li><a href=\"#tab-6a1431b6773a1-2\">Textos<\/a><\/li><li><a href=\"#tab-6a1431b6773a1-3\">Cr\u00edticas<\/a><\/li><li><a href=\"#tab-6a1431b6773a1-4\">Ficha t\u00e9cnica<\/a><\/li><li><a href=\"#tab-6a1431b6773a1-5\">Condi\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas<\/a><\/li><\/ul><div id=\"tab-6a1431b6773a1-1\"><\/strong><\/p>\n<p><strong>ESTREIA:<\/strong>\u00a0NOVEMBRO DE 2001<\/p>\n<p><strong>LOCAL:<\/strong>\u00a0TEATRO DO J\u00d3CKEY, RIO DE JANEIRO<\/p>\n<p><strong>ELENCO ATUAL:<\/strong>\u00a0LILIANE XAVIER, RAQUEL BOTAFOGO, M\u00c1RCIO NASCIMENTO E M\u00c1RCIO NEWLANDS<\/p>\n<p><strong>ELENCO ORIGINAL:<\/strong>\u00a0MARIANE GUTIERREZ, CL\u00c9BER DE OLIVEIRA, M\u00c1RCIO NASCIMENTO, M\u00c1RCIO NEWLANDS<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>PR\u00caMIOS:<\/strong>\u00a0PR\u00caMIO MARIA CLARA MACHADO DE TEATRO INFANTIL (CATEGORIA ESPECIAL)<\/p>\n<p><strong>INDICA\u00c7\u00d5ES:<\/strong>\u00a0PR\u00caMIO MARIA CLARA MACHADO DE TEATRO INFANTIL (MELHOR CENOGRAFIA E MELHOR ILUMINA\u00c7\u00c3O)<\/p>\n<p>Espet\u00e1culo vencedor do Pr\u00eamio Maria Clara Machado de 2003 na Categoria Especial, pela excel\u00eancia da confec\u00e7\u00e3o dos bonecos. A montagem foi realizada para comemorar, em 2002, os 500 anos da obra de Gil Vicente, o primeiro dramaturgo da l\u00edngua portuguesa. Esta farsa, escrita em 1512, \u00e9 protagonizada por um hortel\u00e3o idoso que se apaixona por uma jovem freguesa. Embora ela n\u00e3o corresponda ao seu amor, o Velho acredita t\u00ea-la conquistado, enganado por uma trapaceira que se faz de intermedi\u00e1ria do romance, apenas interessada em arrancar algum dinheiro do ing\u00eanuo hortel\u00e3o.<\/p>\n<p><strong><\/div><div id=\"tab-6a1431b6773a1-2\"><\/strong><\/p>\n<p>Foi buscando estimular e desenvolver o Teatro de Anima\u00e7\u00e3o do Rio de Janeiro que o RIOARTE e a Secretaria Municipal de Cultura decidiram criar a Coordena\u00e7\u00e3o de Teatro de Bonecos e de Anima\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m de programar representantes desta Arte em diferentes Teatros da cidade, de realizar uma Mostra Internacional de Teatro de Anima\u00e7\u00e3o de grande \u00eaxito, de realizar Oficinas, de organizar uma exposi\u00e7\u00e3o e de apoiar institui\u00e7\u00f5es e grupos ligados \u00e0s Artes do Boneco, a Coordena\u00e7\u00e3o ganhou do RIOARTE o papel de selecionar grupos e projetos que pudessem ser patrocinados em sua cria\u00e7\u00e3o. Por sua oportunidade e consist\u00eancia, o espet\u00e1culo O Velho da Horta foi um dos merecedores deste patroc\u00ednio. No ano dos 500 anos de Gil Vicente, uma das pedras fundamentais do Teatro em l\u00edngua portuguesa, O Velho da Horta tem, ainda, o m\u00e9rito de levar o autor ao conhecimento das crian\u00e7as e jovens, com toda a riqueza pl\u00e1stica e t\u00e9cnica de um Teatro de Bonecos da maior qualidade. Mais do que isto, esperamos que o patroc\u00ednio \u00e0 cria\u00e7\u00e3o deste novo espet\u00e1culo consolide a exist\u00eancia de um Grupo que, por sua seriedade, empenho e garra, vem-se constituindo um dos maiores expoentes do Teatro de Anima\u00e7\u00e3o do pa\u00eds.<\/p>\n<p><strong>Luiz Andr\u00e9 Cherubini<\/strong><br \/>\nCoordenador de Teatro de Bonecos e de Anima\u00e7\u00e3o<br \/>\nda Secretaria Municipal de Cultura da Cidade do Rio de Janeiro<\/p>\n<p>Quando nos surgiu a id\u00e9ia de montar uma pe\u00e7a de Gil Vicente, em virtude dos 500 anos de seu primeiro trabalho para os palcos, vimos que seria a chance de montar, do \u201cnosso jeito\u201d, um texto cl\u00e1ssico. Das 15 obras que lemos do autor portugu\u00eas, foi justamente a \u00faltima, O VELHO DA HORTA, que veio ao encontro de nossos moldes, ambi\u00e7\u00f5es e custos: uma pe\u00e7a raramente montada, com poucos personagens e um humor bastante atual.<\/p>\n<p>Um atrativo especialmente interessante da pe\u00e7a era o tema do amor desmedido e suas conseq\u00fc\u00eancias, j\u00e1 enfocado de modo ir\u00f4nico em nosso primeiro espet\u00e1culo, Sangue Bom. A impress\u00e3o era de que os di\u00e1logos inexistentes no trabalho anterior da companhia estavam escondidos h\u00e1 muito nesta graciosa com\u00e9dia quinhentista.<\/p>\n<p>Recriar o ambiente do Velho, reproduzindo a horta em miniatura, era um desafio e tanto. N\u00e3o menos complexa foi a tarefa de tornar o texto intelig\u00edvel aos ouvidos de agora, passando ao largo das empola\u00e7\u00f5es medievais e das notas de rodap\u00e9. Ap\u00f3s v\u00e1rias adapta\u00e7\u00f5es, est\u00e3o l\u00e1 a picardia e os versos caracter\u00edsticos de Gil Vicente, prontos para a nossa cena com bonecos.<\/p>\n<p>Falar do amor sem medida pode parecer tolo numa era que clama por objetividade. Mas o amor deixou de ser importante? Pelo contr\u00e1rio, vivemos num mundo pequeno demais, globalizado demais e, no entanto, sentimo-nos cada vez mais sozinhos. A complexidade deste sentimento continua a dificultar sua compreens\u00e3o plena. V\u00eam da\u00ed tantos enganos, trope\u00e7os e quedas.<\/p>\n<p>A farsa O VELHO DA HORTA, escrita em 1512, j\u00e1 insinua esta falta de compreens\u00e3o, que causou tamanha dor ao protagonista. Encen\u00e1-la para os jovens deste s\u00e9culo n\u00e3o \u00e9 simples, pois \u00e9 preciso aten\u00e7\u00e3o redobrada. O nosso esfor\u00e7o \u00e9 para que se entenda desde cedo que o amor, ainda que cego, \u00e9 capaz de nos tornar seres humanos muito melhores.<\/p>\n<p><strong>Miguel Vellinho<\/strong>, texto do programa<\/p>\n<p><strong><\/div><div id=\"tab-6a1431b6773a1-3\"><\/strong><\/p>\n<p>Cr\u00edtica do espet\u00e1culo O VELHO DA HORTA<br \/>\nO ESTADO DE S\u00c3O PAULO<br \/>\nCaderno 2<br \/>\n26 de setembro de 2003.<\/p>\n<p>O prazer do amor maduro<br \/>\nDib Carneiro Neto<\/p>\n<blockquote><p>Texto farsesco de Gil Vicente ganha montagem para crian\u00e7as e alerta para o descaso com os idosos<\/p><\/blockquote>\n<p>Depois da bem-sucedida temporada no Rio, em que arrebatou pr\u00eamios como o da RioArte\/Maria Clara Machado, na categoria especial, concorrendo tamb\u00e9m com cen\u00e1rio e ilumina\u00e7\u00e3o, est\u00e1 em cartaz no Centro Cultural S\u00e3o Paulo o espet\u00e1culo de bonecos O Velho da Horta, da Cia Pequod de Anima\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Vale a pena prestigiar com toda a fam\u00edlia ainda que n\u00e3o seja propriamente um espet\u00e1culo infantil. A presen\u00e7a dos bonecos &#8211; ali\u00e1s, muito bem confeccionados e manipulados \u2013 n\u00e3o \u00e9 garantia de que a pe\u00e7a entretenha os pequenos por muito tempo. Falta um certo ritmo e um pouco mais de gra\u00e7a (n\u00e3o s\u00f3 humor, mas leveza, do\u00e7ura) na concep\u00e7\u00e3o do grupo dirigido por Miguel Vellinho.<\/p>\n<p>Dois fatores fazem o melhor de O Velho da Horta: o cen\u00e1rio e o tema. A enorme horta em miniatura que se estende pelo palco \u00e9 competentemente encantadora. Sozinha, a cenografia do espet\u00e1culo \u00e9 capaz de estimular a fantasia da plat\u00e9ia \u2013 e n\u00e3o \u00e9 o que se espera de todo cen\u00e1rio no teatro?<br \/>\nQuanto ao tema, trata-se do amor maduro, do amor na terceira idade, retirado da farsa hom\u00f4nima escrita pelo portugu\u00eas Gil Vicente em 1512. O velho do t\u00edtulo cai de paix\u00e3o por uma das jovenzinhas consumidoras de suas frescas hortali\u00e7as, por\u00e9m ela n\u00e3o s\u00f3 o despreza, como o rouba e o engana. Ainda assim, ele a ama cego e ing\u00eanuo, retirando desse amor todas as for\u00e7as para prosseguir animado na velhice.<\/p>\n<p>Num tempo em que a velhice \u00e9 cada vez mais encarada com preconceitos e a terceira idade carece de condi\u00e7\u00f5es m\u00ednimas de respeito e solidariedade, uma pe\u00e7a que escancara o amor sem medidas e sem limites de idade \u00e9 programa obrigat\u00f3rio, social e did\u00e1tico. Para ajudar a criar um ser humano melhor.<\/p>\n<p><strong><\/div><div id=\"tab-6a1431b6773a1-4\"><\/strong><\/p>\n<p><strong>Dire\u00e7\u00e3o:<\/strong> Miguel Vellinho<br \/>\n<strong>Elenco:<\/strong> Liliane Xavier, Marise Nogueira, Marcio Nascimento e M\u00e1rcio Newlands<br \/>\n<strong>Adapta\u00e7\u00e3o do texto:<\/strong> Rosita Silveirinha, M\u00e1rcio Newlands e Miguel Vellinho<br \/>\n<strong>Cenografia:<\/strong> Carlos Alberto Nunes<br \/>\n<strong>Figurinos:<\/strong> Kika de Medina<br \/>\n<strong>Dire\u00e7\u00e3o Musical:<\/strong> Maur\u00edcio Dur\u00e3o<br \/>\n<strong>Ilumina\u00e7\u00e3o:<\/strong> Renato Machado<br \/>\n<strong>Ass. Te\u00f3rica:<\/strong> Rosita Silveirinha<br \/>\n<strong>Ass. Dire\u00e7\u00e3o:<\/strong> M\u00e1rcio Newlands<br \/>\n<strong>M\u00fasicos:<\/strong> Maur\u00edcio Dur\u00e3o (teclados), Eduardo Camenietzki (viol\u00e3o) e Kleber Vogel (violino)<br \/>\n<strong>Confec\u00e7\u00e3o dos Bonecos:<\/strong> Mariane Gutierrez, M\u00e1rcio Newlands, Bernardo Macedo e Miguel Vellinho<br \/>\n<strong>Esculturas:<\/strong> Bernardo Macedo<br \/>\n<strong>Fotografias:<\/strong> Simone Rodrigues<br \/>\n<strong>Realiza\u00e7\u00e3o:<\/strong> Cia. PeQuod &#8211; Teatro de Anima\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p><strong><\/div><div id=\"tab-6a1431b6773a1-5\"><\/strong><\/p>\n<p><strong>P\u00fablico-alvo:<\/strong> infanto-juvenil<br \/>\n<strong>Classifica\u00e7\u00e3o:<\/strong> livre<br \/>\n<strong>Espa\u00e7o:<\/strong> Palco a italiana com boca de cena com largura m\u00e1xima de 10m e m\u00ednima de 6m (largura ideal de 8m); mesmas medidas para a largura do palco, profundidade m\u00ednima de 6m (ideal, 9m), altura de urdimento m\u00ednima de 4,5m (ideal, de 6m). Duas pernas em cada um dos lados do palco. Rotunda ou fundo preto.<br \/>\n<strong>Dura\u00e7\u00e3o do espet\u00e1culo:<\/strong> 60 minutos<br \/>\n<strong>Tempo de montagem:<\/strong> 8h<br \/>\n<strong>Tempo de desmontagem:<\/strong> 3h<\/p>\n<p><strong>Necessidades T\u00e9cnicas \u2013 Pessoal e Equipamento<\/strong><\/p>\n<p><strong>Pessoal de apoio \u00e0 montagem:<\/strong> 1 eletricista e 1 cenot\u00e9cnico<br \/>\n<strong>Equipamento de som:<\/strong> mesa com 12 canais, amplificadores e caixas. A pot\u00eancia do equipamento deve estar adequada \u00e0s caracter\u00edsticas do local da apresenta\u00e7\u00e3o.<br \/>\n<strong>Equipamento de luz:<\/strong> mesa de 48 canais com 04 kws por canal, 22 PAR foco 2, 02 PAR foco 1, 04 PAR foco 5, 12 Elipsoidais com \u00edris, 01 PC (Plano Convexo), 02 araras ou torres laterais, extens\u00f5es de diferentes tamanhos, m\u00e1quina de fuma\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>Cen\u00e1rio e equipamento<\/strong><br \/>\n<strong>Peso:<\/strong> aproximadamente 350 kg<br \/>\n<strong>Volume:<\/strong> 03 cases (1,50m X 1,10m X 0,75m)<br \/>\n<strong>Equipe:<\/strong> 04 atores-manipuladores, 01 operador de luz, 01 operador de som.<\/p>\n<p><strong><\/div><\/div><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p><a href=\"#tab-6a1431b67b2e8-1\">Sinopse<\/a><a href=\"#tab-6a1431b67b2e8-2\">Textos<\/a><a href=\"#tab-6a1431b67b2e8-3\">Cr\u00edticas<\/a><a href=\"#tab-6a1431b67b2e8-4\">Ficha t\u00e9cnica<\/a><a href=\"#tab-6a1431b67b2e8-5\">Condi\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas<\/a><br \/>\nESTREIA:\u00a0NOVEMBRO DE 2001<br \/>\nLOCAL:\u00a0TEATRO DO J\u00d3CKEY, RIO DE JANEIRO<br \/>\nELENCO ATUAL:\u00a0LILIANE XAVIER, RAQUEL BOTAFOGO, M\u00c1RCIO NASCIMENTO E M\u00c1RCIO NEWLANDS<br \/>\nELENCO ORIGINAL:\u00a0MARIANE GUTIERREZ, CL\u00c9BER DE OLIVEIRA, M\u00c1RCIO NASCIMENTO, M\u00c1RCIO NEWLANDS<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nPR\u00caMIOS:\u00a0PR\u00caMIO MARIA CLARA MACHADO DE TEATRO INFANTIL (CATEGORIA ESPECIAL)<br \/>\nINDICA\u00c7\u00d5ES:\u00a0PR\u00caMIO MARIA CLARA MACHADO DE TEATRO INFANTIL (MELHOR CENOGRAFIA E MELHOR ILUMINA\u00c7\u00c3O)<br \/>\nEspet\u00e1culo vencedor do Pr\u00eamio Maria Clara Machado de 2003 na Categoria Especial, pela excel\u00eancia da confec\u00e7\u00e3o dos bonecos. A montagem foi realizada para comemorar, em 2002, os 500 anos<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":151,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[7],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/www.pequod.com.br\/2015\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/58"}],"collection":[{"href":"http:\/\/www.pequod.com.br\/2015\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/www.pequod.com.br\/2015\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.pequod.com.br\/2015\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.pequod.com.br\/2015\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=58"}],"version-history":[{"count":5,"href":"http:\/\/www.pequod.com.br\/2015\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/58\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":197,"href":"http:\/\/www.pequod.com.br\/2015\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/58\/revisions\/197"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.pequod.com.br\/2015\/wp-json\/wp\/v2\/media\/151"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/www.pequod.com.br\/2015\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=58"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.pequod.com.br\/2015\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=58"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.pequod.com.br\/2015\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=58"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}