{"id":77,"date":"2015-02-07T18:59:47","date_gmt":"2015-02-07T18:59:47","guid":{"rendered":"http:\/\/www.pequod.com.br\/2015\/?p=77"},"modified":"2015-02-10T03:14:17","modified_gmt":"2015-02-10T03:14:17","slug":"marina-a-sereiazinha","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.pequod.com.br\/2015\/marina-a-sereiazinha\/","title":{"rendered":"Marina, a sereiazinha"},"content":{"rendered":"<p><strong><div class=\"jq-tabs tabs_wrapper tabs_\"><ul><li><a href=\"#tab-69f4e5ff8fad7-1\">Sinopse<\/a><\/li><li><a href=\"#tab-69f4e5ff8fad7-2\">Textos<\/a><\/li><li><a href=\"#tab-69f4e5ff8fad7-3\">Cr\u00edticas<\/a><\/li><li><a href=\"#tab-69f4e5ff8fad7-4\">Ficha t\u00e9cnica<\/a><\/li><li><a href=\"#tab-69f4e5ff8fad7-5\">Condi\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas<\/a><\/li><\/ul><div id=\"tab-69f4e5ff8fad7-1\"><\/strong><\/p>\n<p><strong>ESTREIA:<\/strong>\u00a0AGOSTO DE 2010<\/p>\n<p><strong>LOCAL:<\/strong>\u00a0TEATRO III DO CENTRO CULTURAL BANCO DO BRASIL, RIO DE JANEIRO<\/p>\n<p><strong>ELENCO ORIGINAL:<\/strong>\u00a0LILIANE XAVIER, MARIANA FAUSTO, MONA VILARDO, LEANDRO MUNIZ, M\u00c1RCIO NASCIMENTO E MIGUEL ARA\u00daJO<\/p>\n<p><strong>PR\u00caMIOS E INDICA\u00c7\u00d5ES:<\/strong>\u00a0PR\u00caMIO ZILKA SALABERRY DE TEATRO INFANTIL (MELHOR ESPET\u00c1CULO, MELHOR DIRE\u00c7\u00c3O, MELHOR CENOGRAFIA, MELHOR ILUMINA\u00c7\u00c3O E PR\u00caMIO ESPECIAL)<\/p>\n<p>Esta montagem nasce do cruzamento do conto A Sereiazinha, de Hans Christian Andersen com as can\u00e7\u00f5es praieiras de Dorival Caymmi. Assim, a PeQuod foi at\u00e9 o fundo do mar para trazer para os palcos toda a riqueza e beleza do ambiente submar\u00edtimo. Para isso, quatro grandes aqu\u00e1rios servem de cen\u00e1rio para bonecos que contracenam debaixo da \u00e1gua proporcionando uma din\u00e2mica e uma po\u00e9tica irreproduz\u00edvel em outro ambiente. A inspira\u00e7\u00e3o veio da tradicional manifesta\u00e7\u00e3o teatral das marionetes aqu\u00e1ticas do Vietn\u00e3. No entanto. Sob o olhar contempor\u00e2neo da PeQuod, a tradi\u00e7\u00e3o se funde \u00e0 mais alta tecnologia para dar conta da bela hist\u00f3ria de Andersen. A vers\u00e3o para crian\u00e7as, Marina, a sereiazinha, utiliza os mesmos cen\u00e1rios e bonecos, numa montagem mais resumida e com abordagem mais pr\u00f3xima ao universo dos contos de fadas, mantendo a proposta de reflex\u00e3o sobre as escolhas.<\/p>\n<p><strong><\/div><div id=\"tab-69f4e5ff8fad7-2\"><\/strong><\/p>\n<p>Quem nunca ouviu falar da jovem sereia que se apaixona por um pr\u00edncipe humano? O primeiro a contar essa hist\u00f3ria foi Hans Christian Andersen, em 1837. De l\u00e1 para c\u00e1, o conto j\u00e1 foi contado e recontado pelos nossos pais, av\u00f3s, bisav\u00f3s e tatarav\u00f3s. Quem n\u00e3o ouviu essa hist\u00f3ria na cama, na hora de dormir, ouviu na escola. Ou viu no cinema, no teatro, na televis\u00e3o, nos gibis, nos livros&#8230; E sabe por que a gente nunca cansa de ouvir a mesma hist\u00f3ria? Porque ela nunca \u00e9 contada do mesmo jeito.<\/p>\n<p>Desta vez, a sereiazinha se chama Marina. E ela est\u00e1 mesmo dentro d\u2019\u00e1gua \u2013 \u00e1gua de verdade! Mas \u00e9 no teatro. E os personagens s\u00e3o metade gente, metade boneco. \u00c9 teatro de anima\u00e7\u00e3o. E \u00e9 teatro musical tamb\u00e9m, porque as m\u00fasicas de Dorival Caymmi ajudam a contar a hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>\u201cMarina, a Sereiazinha\u201d \u00e9 o jeito da Cia. PeQuod de contar esse velho conto. Esperamos que voc\u00eas gostem.<\/p>\n<p>Miguel Vellinho, texto do programa do espet\u00e1culo<br \/>\n<strong>Hans Christian Andersen<\/strong><\/p>\n<p>Hans Christian Andersen escreveu pe\u00e7as de teatro, romances, poemas e relatos de viagem. Al\u00e9m de escritor, ele foi tamb\u00e9m ator e bailarino. Mas o que ele fez de mais importante em seus 70 anos de vida foram os contos infantis. Na \u00e9poca em que ele viveu \u2013 o s\u00e9culo 19 \u2013, era muito raro algu\u00e9m escrever para crian\u00e7as. No entanto, Andersen publicou mais de 150 hist\u00f3rias feitas especialmente para elas. Seu sucesso dura at\u00e9 hoje.<\/p>\n<p>Foi Andersen quem escreveu O Patinho Feio, O Soldadinho de Chumbo, A Roupa Nova do Imperador, Os Sapatinhos Vermelhos, O Homem de Neve, A Princesa e a Ervilha, A Pequena Vendedora de F\u00f3sforos, A Sereiazinha e tantos outros contos de fada que at\u00e9 nossos tatarav\u00f3s conheciam. Essas hist\u00f3rias inspiraram incont\u00e1veis filmes, desenhos animados, bal\u00e9s, m\u00fasicas, hist\u00f3rias em quadrinhos, jogos e pe\u00e7as de teatro \u2013 como Marina, a Sereiazinha, que a Cia. PeQuod preparou para voc\u00ea.<\/p>\n<p>Pelo tanto que fez, Hans Christian Andersen virou nome de v\u00e1rios pr\u00eamios, incluindo o mais importante da literatura feita para crian\u00e7as. A data do seu anivers\u00e1rio \u2013 2 de abril \u2013 foi escolhida para ser o Dia Internacional do Livro Infanto-Juvenil. E h\u00e1 est\u00e1tuas em homenagem a Andersen no mundo todo, sendo que a mais conhecida delas \u00e9 uma escultura da Sereiazinha que \u00e9 um dos s\u00edmbolos da cidade de Copenhague, onde Andersen viveu.<\/p>\n<p>Nada mau para um menino muito pobre que nasceu na Dinamarca em 1805.<\/p>\n<p>Miguel Vellinho, texto do programa do espet\u00e1culo<\/p>\n<p><strong>Dorival Caymmi<\/strong><\/p>\n<p>Tem m\u00fasica que est\u00e1 na boca do povo h\u00e1 tanto tempo, que \u00e9 como se elas sempre tivessem existido. O baiano Dorival Caymmi fez muitas assim. \u201cQuem n\u00e3o gosta de samba bom sujeito n\u00e3o \u00e9 \/ \u00c9 ruim da cabe\u00e7a ou doente do p\u00e9\u201d \u2013 quem nunca ouviu estes versos? Pois s\u00e3o dele!<\/p>\n<p>Dorival Caymmi nasceu em Salvador, no ano de 1914, e passou a vida compondo m\u00fasicas sobre o amor, sobre as coisas da Bahia e sobre o mar. Suas can\u00e7\u00f5es est\u00e3o entre as mais belas e importantes da m\u00fasica popular brasileira. Isso porque Caymmi tinha um jeito s\u00f3 dele de cantar, compor e tocar viol\u00e3o. S\u00e3o m\u00fasicas que quase fazem a gente ver, ouvir e sentir as ondas, o vento, as areias, os temporais e outras belezas que ele cantou.<\/p>\n<p>\u00c9 por tudo isso que as can\u00e7\u00f5es de Dorival Caymmi est\u00e3o nesta pe\u00e7a da Cia. PeQuod, \u201cMarina, a Sereiazinha\u201d. Elas n\u00e3o foram feitas para o espet\u00e1culo, mas ajudam a contar essa hist\u00f3ria de amor e de dor que acontece dentro do mar e fora dele.<\/p>\n<p>Miguel Vellinho, texto do programa do espet\u00e1culo<\/p>\n<p><strong><\/div><div id=\"tab-69f4e5ff8fad7-3\"><\/strong><\/p>\n<p>Cr\u00edtica do espet\u00e1culo Marina, A Sereiazinha<\/p>\n<p>CEPETIN &#8211; Centro de Pesquisa e Estudo do Teatro Infantojuvenil<br \/>\nhttp:\/\/www.cepetin.com.br\/critica.asp<br \/>\n22 de agosto de 2010.<\/p>\n<p><strong>Marina a Sereiazinha<\/strong><br \/>\nA brasilidade de Caymmi em perfeita harmonia com Andersen<br \/>\npor Gl\u00e1ucia Santos<br \/>\nCr\u00edtica especializada exclusiva do CEPETIN<br \/>\nEspecialista em teatro infantil e juvenil.<\/p>\n<p>O conto da Pequena Sereia de Hans Christian Andersen recebeu e ainda recebe diversas adapta\u00e7\u00f5es na dramaturgia, em livros e filmes. A mais famosa \u00e9 a hist\u00f3ria dos est\u00fadios Disney, que conta a aventura da pequena Ariel de forma leve e com um final feliz, adapta\u00e7\u00e3o bem distante do original de Andersen. O conto original difere bastante dessas adapta\u00e7\u00f5es, porque na verdade, \u00e9 uma hist\u00f3ria forte, densa e que n\u00e3o possui um final feliz. O que n\u00e3o lhe confere descr\u00e9dito, pelo contr\u00e1rio \u00e9 um excelente conto que vale a pena lermos e relermos.<\/p>\n<p>As m\u00fasicas de Dorival Caymmi s\u00e3o famosas por falar do mar, do amor e das belezas da Bahia. Faz-nos sentirmos como se o pr\u00f3prio mar estivesse perto de n\u00f3s, \u00e9 poss\u00edvel sentir a brisa, o cheiro e o barulho das ondas no momento em que as ouvimos. Marina, a Sereiazinha \u00e9 a mistura harmoniosa da brasilidade das m\u00fasicas de Caymmi com o conto do dinamarqu\u00eas Hans Christian Andersen, espet\u00e1culo criado pela Cia PeQuod \u2013 Teatro de Anima\u00e7\u00e3o. Em Marina, a Sereiazinha, da Cia PeQuod, em cartaz no CCBB do Rio, quem espera ao ir assistir, encontrar uma dessas adapta\u00e7\u00f5es com final um feliz e clima praieiro despertados pelas m\u00fasicas de Caymmi, engana-se de espet\u00e1culo. Marina \u00e9 uma brilhante adapta\u00e7\u00e3o do conto de Andersen que n\u00e3o abandonou a ess\u00eancia do original. Todos os ingredientes presentes em a Pequena Sereia est\u00e3o em Marina, com uma excelente ajuda, as m\u00fasicas de Caymmi parecem terem sido feitas para o conto. A Cia conseguiu fazer uma brilhante adapta\u00e7\u00e3o das m\u00fasicas de Caymmi para o clima tenso que o conto pede, se utilizando delas para ajudar a contar a paix\u00e3o de Marina por um pescador. Cais do porto, beira do mar ou em algum lugar em terra firme. Assim \u00e9 o cen\u00e1rio, vers\u00e1til, com quatro aqu\u00e1rios onde acontece toda a hist\u00f3ria de Marina. O elenco bastante afinado no canto, \u00e1gil e integrado na manipula\u00e7\u00e3o dos bonecos, consegue criar um realismo tamanho que os bonecos parecem ter vida pr\u00f3pria, seus movimentos tanto fora e dentro dos aqu\u00e1rios s\u00e3o perfeitos, mesmo em alguns momentos onde h\u00e1 trocas muito r\u00e1pidas de cen\u00e1rio e de bonecos. A luz cria momentos de poesia e de belas fotografias.<\/p>\n<p><strong><\/div><div id=\"tab-69f4e5ff8fad7-4\"><\/strong><\/p>\n<p><strong>Elenco:<\/strong> Liliane Xavier, Mariana Fausto, Mona Vilardo,<br \/>\nLeandro Muniz, M\u00e1rcio Nascimento e Miguel Ara\u00fajo<br \/>\n<strong>Dire\u00e7\u00e3o e dramaturgia:<\/strong> Miguel Vellinho<br \/>\n<strong>Assessoria Te\u00f3rica:<\/strong> Karl Erik Schollhammer<br \/>\n<strong>Cenografia:<\/strong> Carlos Alberto Nunes<br \/>\n<strong>Ilumina\u00e7\u00e3o:<\/strong> Renato Machado<br \/>\n<strong>Figurinos:<\/strong> Daniele Geammal<br \/>\n<strong>Dire\u00e7\u00e3o Musical:<\/strong> Fabiano Krieger<br \/>\n<strong>Prepara\u00e7\u00e3o vocal:<\/strong> Doriana Mendes<br \/>\n<strong>Fotografia:<\/strong> Simone Rodrigues<br \/>\n<strong>Design gr\u00e1fico:<\/strong> Roberta de Freitas<br \/>\n<strong>Produ\u00e7\u00e3o musical:<\/strong> Eduardo Manso,<br \/>\nEstev\u00e3o Cas\u00e9 e Fabiano Krieger<br \/>\n<strong>Projeto de sonoriza\u00e7\u00e3o:<\/strong> Andr\u00e9a Zeni<br \/>\n<strong>Contrarregra:<\/strong> Marcos Nicolaiewsky<br \/>\nAssistente de figurino: Renata Cortes<br \/>\n<strong>Costureira:<\/strong> F\u00e1tima Ara\u00fajo<br \/>\n<strong>Escultura dos bonecos:<\/strong> Bruno Dantas<br \/>\n<strong>Confec\u00e7\u00e3o dos bonecos:<\/strong> Carlos Alberto Nunes, Dolores Marques,<br \/>\nGabriela Christ, Marcos Nicolaiewsky, Michel Sousa,<br \/>\nMiguel Vellinho, M\u00f4nica Souza e Fernanda Thurner<br \/>\n<strong>Estagi\u00e1rios PeQuod:<\/strong> Giulia Caminha, Alberto Naar,<br \/>\nMarcos Nicolaiewsky, Miguel Ara\u00fajo, e M\u00f4nica Souza<br \/>\n<strong>Realiza\u00e7\u00e3o:<\/strong> Cia PeQuod -Teatro de Anima\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p><strong><\/div><div id=\"tab-69f4e5ff8fad7-5\"><\/strong><\/p>\n<p><strong>P\u00fablico-alvo:<\/strong> A partir dos 6 anos de idade.<br \/>\n<strong>Espa\u00e7o:<\/strong> Teatros tradicionais. A rela\u00e7\u00e3o com a plat\u00e9ia deve ser sempre, frontal.<br \/>\n<strong>Dimens\u00f5es m\u00ednimas do palco:<\/strong> 8m de boca-de-cena, 11m de profundidade e 4,5m de altura.<br \/>\n<strong>Dura\u00e7\u00e3o do espet\u00e1culo:<\/strong> Ato \u00fanico com cerca de 50 min.<br \/>\n<strong>Tempo de montagem:<\/strong> Cerca de 14h.<br \/>\n<strong>Tempo de desmontagem:<\/strong> Cerca de 10h. (4 horas para esvaziar os aqu\u00e1rios sem poder desmontar a base da cenografia e nem a ilumina\u00e7\u00e3o sobre o cen\u00e1rio)<\/p>\n<p><strong>Necessidades T\u00e9cnicas \u2013 Pessoal e Equipamento<\/strong><\/p>\n<p><strong>Pessoal de apoio \u00e0 montagem:<\/strong> 02 montadores de luz e 02 cenot\u00e9cnicos; 4 carregadores (os carregadores dever\u00e3o estar capacitados a lidar com materiais delicados como aqu\u00e1rios (cada um pesa 200 kg sem \u00e1gua))<br \/>\n<strong>Equipamento de luz:<\/strong> 7 Elipsoidais ARE; 6 Elipsoidais ETC 36o.;4 Elipsoidais ETC 50o.; 12 Fres-n\u00e9is 1000w; 8 Fres-n\u00e9is 650w ADB; 11 Locolights; 8 Pin Beams; 14 PCs 1000w; 32 Par #5; 10 Par #5 (220v); 20 Par #2 (10 220v); 2 Par #1 e sistema com 72 canais.<br \/>\n<strong>Equipamento de som:<\/strong> amplificador, caixas, mesa com 24 canais e 02 aparelhos de CD que ser\u00e3o mixados durante o espet\u00e1culo. A pot\u00eancia do equipamento deve estar adequada \u00e0s caracter\u00edsticas do local da apresenta\u00e7\u00e3o. O espet\u00e1culo utiliza 7 microfones sem fio que pertencem e acompanham a PeQuod.<br \/>\n<strong>Transporte do cen\u00e1rio:<\/strong> o cen\u00e1rio pode ser levado em um caminh\u00e3o-ba\u00fa de 7m, com cerca de 3h de tempo para carga e 2 h para descarga. O tempo de carga e descarga pode variar em fun\u00e7\u00e3o da quantidade de carregadores.<br \/>\n<strong>Elenco:<\/strong> 06 atores-manipuladores, 01 operador de luz, 01 operador de som, 01 cenot\u00e9cnico respons\u00e1vel pela montagem do cen\u00e1rio; 01 contrarregra\/microfonista.<\/p>\n<p><strong>Observa\u00e7\u00e3o importante:<\/strong> O espa\u00e7o de apresenta\u00e7\u00e3o precisa ser adequado ao peso geral do cen\u00e1rio que \u00e9 de aproximadamente de quatro toneladas, sendo que na parte onde se localizam os aqu\u00e1rios o piso dever\u00e1 suportar no m\u00ednimo 300kg por metro quadrado. Assim solicita-se \u00e0 produ\u00e7\u00e3o local um laudo t\u00e9cnico de um engenheiro calculista com emiss\u00e3o de ART (Anota\u00e7\u00e3o de Responsabilidade T\u00e9cnica) para aprovar a montagem do cen\u00e1rio. Ser\u00e1 necess\u00e1rio tamb\u00e9m f\u00e1cil acesso ao sistema hidr\u00e1ulico local para encher e esvaziar os aqu\u00e1rios.<\/p>\n<p><strong><\/div><\/div><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p><a href=\"#tab-69f4e5ff923b8-1\">Sinopse<\/a><a href=\"#tab-69f4e5ff923b8-2\">Textos<\/a><a href=\"#tab-69f4e5ff923b8-3\">Cr\u00edticas<\/a><a href=\"#tab-69f4e5ff923b8-4\">Ficha t\u00e9cnica<\/a><a href=\"#tab-69f4e5ff923b8-5\">Condi\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas<\/a><br \/>\nESTREIA:\u00a0AGOSTO DE 2010<br \/>\nLOCAL:\u00a0TEATRO III DO CENTRO CULTURAL BANCO DO BRASIL, RIO DE JANEIRO<br \/>\nELENCO ORIGINAL:\u00a0LILIANE XAVIER, MARIANA FAUSTO, MONA VILARDO, LEANDRO MUNIZ, M\u00c1RCIO NASCIMENTO E MIGUEL ARA\u00daJO<br \/>\nPR\u00caMIOS E INDICA\u00c7\u00d5ES:\u00a0PR\u00caMIO ZILKA SALABERRY DE TEATRO INFANTIL (MELHOR ESPET\u00c1CULO, MELHOR DIRE\u00c7\u00c3O, MELHOR CENOGRAFIA, MELHOR ILUMINA\u00c7\u00c3O E PR\u00caMIO ESPECIAL)<br \/>\nEsta montagem nasce do cruzamento do conto A Sereiazinha, de Hans Christian Andersen com as can\u00e7\u00f5es praieiras de Dorival Caymmi. Assim, a PeQuod foi at\u00e9 o fundo do mar para<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":150,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[7],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/www.pequod.com.br\/2015\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/77"}],"collection":[{"href":"http:\/\/www.pequod.com.br\/2015\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/www.pequod.com.br\/2015\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.pequod.com.br\/2015\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.pequod.com.br\/2015\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=77"}],"version-history":[{"count":6,"href":"http:\/\/www.pequod.com.br\/2015\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/77\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":192,"href":"http:\/\/www.pequod.com.br\/2015\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/77\/revisions\/192"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.pequod.com.br\/2015\/wp-json\/wp\/v2\/media\/150"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/www.pequod.com.br\/2015\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=77"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.pequod.com.br\/2015\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=77"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.pequod.com.br\/2015\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=77"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}